Helena Tannure


Olá amigos e leitores, quanto tempo não venho por aqui!

Mas tenho notícias felizes e gostaria de dividí-las com vocês que, de perto ou de longe, sempre estão comigo me encorajando de alguma forma.

Há algum tempo, fiz uma participação em um CD de um jovem que conheci quando fui ministrar na cidade de Tupã, interior de São Paulo.

Douglas Balmant gravou o seu primeiro CD “Só Tú És” e eu tive a honra de participar cantando com ele a canção “Eu Só Tenho a Ti”.

Quando o CD ficou pronto e chegou às minhas mãos eu estava vivendo um período de readaptações.

Após a minha saída do Ministério Diante do Trono comecei a perguntar ao Senhor se Ele desejava que eu continuasse cantando. Quando fazemos algo por muito tempo e isso muda, parece que perdemos valor… Mas isso não é verdade!

Foi nesse período, enquanto ouvia a canção “Eu Só Tenho a Ti”, que Deus ministrou ao meu coração: O que faço para Ele sempre pode mudar, mas quem eu sou nEle, não! NEle estão todas as nossas fontes, tudo o que realmente precisamos, encontramos em Deus!

E, como diz um querido amigo meu, quando Deus é o centro, todas as outras coisas tomam os seus devidos lugares!

Através da canção que eu mesma havia gravado, Deus começou a me encorajar, fortalecer e eu voltei a sonhar… Sonhar em colocar todos os meus recursos e dons a serviço do Rei, meu Amado!

Então compartilhei com outros sonhadores, pessoas apaixonadas por Deus que toparam o desafio e também investiram recursos e talentos. Assim nasceu o clipe “Eu Só Tenho a Ti”, com a única finalidade de ser uma ferramenta para o evangelismo.

No próximo dia 10/08, o clipe entra no ar, no meu site, no meu canal do You Tube e em outras mídias, mas convoco vocês, queridos leitores e amigos, para espalhar esta semente.

Que o Senhor faça o que só Ele é capaz de fazer!

“Eu Só Tenho a Ti”, dia 10/08.

Grande abraço, Helena Tannure!

Quando eu era criança, em minha casa havia uma pequena goiabeira. Não me lembro de alguém tê-la plantado ali, em um pedacinho de chão agarrada ao muro que separava nosso quintal do quintal do vizinho, mas lá estava ela!

Aguardávamos com grande expectativa o aparecimento dos frutos que, para surpresa de todos, eram extraordinários! Goiabas enormes e extremamente saborosas que saciavam nosso curioso paladar infantil. Apenas uma goiaba era suficiente para deliciar a mim e meus dois irmãos!

Ao longo de toda a estação, tínhamos de três a seis goiabas. Parece que todo o esforço se concentrava nos escassos, porém perfeitos, frutos!

Tenho conhecido muitos ministérios e nessa minha nova jornada ouço muitas coisas, relatos que me encorajam a prosseguir e notícias que jamais desejaria saber.

O fato é que no pomar de Deus existem muitas árvores, uma enorme diversidade de cores, sabores e frutos.

Algumas são árvores imponentes, majestosas, abarrotadas de frutos mas, quando contempladas de perto, revelam muitas pragas e frutos podres. Outras, como a goiabeira da minha infância, pequenas, crescendo junto a muros de religiosidade ou indiferença, mas extraordinárias, produzindo frutos robustos e saudáveis, deliciando e alimentando a quem precisa!

Quanto mais conheço Jesus, sua doçura e simplicidade, mais sinto nojo do desvirtuamento que o evangelho vem sofrendo e de pessoas que usam as boas novas para beneficio próprio e, em nome dos “frutos”, se julgam aprovados pelo Jardineiro.

É tempo de refletirmos sobre os frutos que estamos gerando e nos sujeitarmos às podas necessárias para que geremos mais frutos saudáveis de acordo com a vontade de Deus!

Não me refiro apenas à frutos de salvação e restauração de vidas, mas, principalmente, aos frutos do caráter.

Usura (lucro exacerbado), falcatruas, tráfico de influencia, abuso de autoridade, soberba, falsa modéstia, suborno, bajulação, desvio de dinheiro, hipocrisia… Estas são algumas pragas que têm apodrecido os frutos de frondosas árvores!

É tempo de acordar, Igreja!

Que o Senhor do Pomar tenha a misericórdia de podar e, se for necessário, cortar completamente aqueles que tem se levantado como escândalo.

Mas não se apresse em julgar outras árvores, comece consigo mesmo.

Helena Tannure.


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